Após a 1ª Guerra Mundial, o Imperio Otomano foi dissolvido após 623 anos de existência. A Liga das Nações (a ONU daqueles tempos) adotou o Sistema de Mandatos com o objetivo formal de administrar a região até que eles pudessem ser capazes de serem independentes.
O preâmbulo desse mandato declarou: "Considerando que as principais potências Aliadas também concordaram que o Mandatário deve ser responsável por colocar em prática a declaração feita originalmente (...) em favor do estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu, sendo claramente entendido que nada deve ser feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das atuais comunidades não-judaicas na Palestina, ou os direitos e status político gozados pelos judeus em qualquer outro país."
O preâmbulo desse mandato declarou: "Considerando que as principais potências Aliadas também concordaram que o Mandatário deve ser responsável por colocar em prática a declaração feita originalmente (...) em favor do estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu, sendo claramente entendido que nada deve ser feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das atuais comunidades não-judaicas na Palestina, ou os direitos e status político gozados pelos judeus em qualquer outro país."
Em 1947, A ONU, a pedido da Inglaterra, criou um comitê para elaborar um plano de partição da área do Mandato Britânico da Palestina. O plano consistia na partição da território em três:
- Um Estado Judeu com 53% do território destinados aos 700 mil judeus existentes na época;
- Um Estado Árabe com 47% do território destinados aos 5 milhões de árabes existentes na época;
- As area de Jerusalem e Belém sob controle internacional.
Ainda em 1947, na sessão da ONU presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, quando 56 dos 57 países membros se encontravam representados (apenas a Tailândia esteve ausente), 33 deles votaram favor do Plano, 13 votaram contra e 10 se abstiveram.
A partição foi aceita pelos líderes sionistas mas foi rejeitado pelos líderes dos países da Liga Árabe (Egito, Síria, Líbano e Jordânia) que não reconheceram o novo Estado.
Em 14/05/1948, poucas horas antes de se esgotar o Mandato Britânico sobre a Palestina e já em meio a uma Guerra Civil entre árabes e judeus, foi declarada a Independência do Estado de Israel.
Veja a íntegra do discurso da Declaração de Independência por Davi Ben-Gurion:
Os Estados árabes reagiram imediatamente e atavaram Israel no dia seguinte. Começava assim a primeira guerra árabe-israelense que teve amistício somente em 1949.
Desde então, Israel travou uma série de Guerras com os Estados árabes vizinhos e, como consequência, Israel atualmente controla territórios além daqueles delineados no amisticio. Algumas das fronteiras internacionais do país continuam em disputa, mas Israel assinou tratados de paz com o Egito e com a Jordânia e apesar de esforços para resolver o conflito com os palestinos, até agora só se encontrou sucesso limitado.
Desde então, Israel travou uma série de Guerras com os Estados árabes vizinhos e, como consequência, Israel atualmente controla territórios além daqueles delineados no amisticio. Algumas das fronteiras internacionais do país continuam em disputa, mas Israel assinou tratados de paz com o Egito e com a Jordânia e apesar de esforços para resolver o conflito com os palestinos, até agora só se encontrou sucesso limitado.
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